Vampiros do Brasil
Seja Bem vindo ao Fórum Vampiros do Brasil!!!

Para ver o conteúdo Completo do nosso Fórum
Faça Login ou registre-se.

Além de você se registrar estará ajudando o Fórum a crescer.
Como usuário registrado poderá Comentar, Postar e ainda fazer muitos amigos.

Equipe Vampiros do Brasil



 
InícioRegistrar-seConectar-se
Olá Convidado...Seja Bem Vindo(a) ao Vampiros do Brasil. Onde todos os jogadores de RPG se reúnem em um só lugar !
Deseja jogar nos PIF's de Vasta ou Bela Noite?
Mande uma Mensagem Privada para nossos Moderadores.

Compartilhe | 
 

 Arvedui

Ir em baixo 
AutorMensagem
Arvedui

avatar

Masculino Número de Mensagens : 9018
Idade : 105
Localização : Mundo da Lua
Data de inscrição : 19/11/2008

Ficha Vasta
Jogador: Arvedui
Sexo: Masculino
Raça: Humano

MensagemAssunto: Arvedui   Dom 16 Set - 15:02

IMAGEM:

Spoiler:
 

OFF: favor desconsiderar as roupas espalhafatosas. Essa foi a única imagem que encontrei melhorzinha pra representar o semblante atual do personagem.

==========================================================

Nome: Arvedui

Jogador: Arvedui

Sexo: Masculino

Raça: Humano

Classe: Druida

Idade Aparente: 55 anos

Origem: Local de nascimento ainda em aberto (vide BG).

Ocupação: Antigo líder da Guilda Senhores da Magia. Atualmente, um eremita vivendo nos arredores da floresta do Refúgio, cuidando de seus próprios negócios.

Corporação: Atualmente, nenhuma.

Título: o Druida.

Localização: arredores do Refúgio.

Altura: 1.80m

Peso: 80kg

Olhos: verdes

Cabelos: prateados

Pele: miscigenado

Peculiaridade: Possui um companheiro animal, o Lobo Aldarion, que sempre o acompanha.

Temperamento: Sereno, geralmente equilibrado. Raramente rende-se à ira. Atualmente, em virtude do longo isolamento, é um homem de poucas palavras, sempre desconfiado em relação a tudo que não seja seu reduto.

Afinidades: Já foi um jovem idealista envolvido na política de Vasta. Todavia, quando o reino caiu e viu-se obrigado a se isolar, passou a ter afinidade apenas pela vida natural, tornando-se cada vez mais "druida".

Aversão: Todo e qualquer elemento que destrua a vida natural desnecessariamente.

Ideologias: Nenhuma.

Aptidões: Controle de elementos, luta desarmada, furtividade/camuflagem, sobrevivência em florestas, diplomacia, política, rastreamento, armadilhas, cura, venenos, magia natural, língua dos animais, conhecimento (história, religião e sociedade de Vasta e do Refúgio), encantamento e/ou criação de itens mágicos, conhecimento do oculto, línguas diversas (dracônico, élfico, humano, anânico etc.), magia ritualística, runas mágicas, identificar magia, sentir motivação, prontidão, criar santuário (território em que vive), magia defensiva.

Posses: Apenas a joia mágica que carrega sempre consigo (ver BG).

Vestes que usa: Calças e blusas verdes e corseletes de couro ou madeira trançada.

Personagens que o acompanham: Aldarion, o lobo.

História:

[Atenção: alguns pontos do BG do personagem estão em aberto e em constante desenvolvimento. Meu personagem é imperfeito, o mais real possível e gosto de desenvolvê-lo enquanto vou jogando. Os pontos da descrição que ficaram em aberto são pontos que serão posteriormente acrescentados ao BG conforme o personagem for descobrindo fatos sobre seu passado. Bem como novos acontecimentos serão sempre acrescentados ao BG.]

Surgiu numa noite de luar prateado, à beira de um córrego lépido e silencioso, nas proximidades da legendária aldeia druida na floresta de Aldalantë, um lugar inegavelmente repleto de uma magia que mais se sentia do que propriamente se via. Assim era aquele pequeno pedaço de terra perdido em meio ao grande mundo.

Arvedui simplesmente surgiu, pois não se sabe quem concebeu aquele pequeno garoto com olhos de um verde vivo, mesmo enquanto era apenas uma criança. Seus olhos sempre supriam a falta de palavras que acompanha os pequenos logo que nascem. Pareciam entender tudo o que se passava a sua volta e pareciam falar as vezes.

Desde muito cedo aquele garoto fora precoce. Aprendera com muito prazer as artes druídicas, pois a natureza em sua essência era uma de suas grandes paixões. Mas a maior delas era o luar prateado, aquele mesmo luar que visitara a floresta quando o pequeno surgiu, aquele luar que parecia lhe seguir como olhos de mãe. O druida parecia enxergar mais longe até mesmo que os mais sábios da aldeia, mesmo sendo ainda uma criança com poucos anos de vida. E mal aprendera a falar, já dominava com perfeição alguns dos fundamentos mais intrincados das artes druídicas. Era um druida nato, embora as enfadonhas lições teóricas ministradas pelos mestres druidas lhe fossem um tormento. O que lhe dava prazer, de verdade, eram os longos passeios pela floresta sob a luz da lua, por mais que seus mestres lhe aconselhassem a não deixar a aldeia após o anoitecer. Mas era justamente sob o anoitecer que o jovem se sentia mais à vontade e, principalmente, mais forte e com sentidos mais aguçados para o perigo.

Mas cedo ainda Arvedui teve contado com a dor. Ironicamente, justo no mesmo dia em que recebera a maior honra que um garoto poderia receber em sua aldeia: ser o guardião da jóia conhecida como Coração do Povo da Floresta. Nesse mesmo dia, sua aldeia foi atacada pelo feiticeiro das montanhas, as temíveis Oronti Carnë, ao leste da floresta, que sempre assomavam como uma ameaça silenciosa, mas nunca até então haviam recebido um ataque direto de Carangul, o bruxo sanguinário.

A jóia, detentora de enorme poder mágico, foi tomada pelo feiticeiro. Muitos da aldeia druida foram mortos naquele crepúsculo. Os mestres, todos eles, foram cruelmente dizimados. Poucos escaparam e aqueles que conseguiram esse feito carregam até hoje o signo da dor e do medo.

Arvedui quis lutar, quis proteger aqueles que por tanto tempo o protegeram. Mas seu poder ( se é que de fato existia algum) era risível. Não fazia frente ao grande poder do bruxo, que mesmo assim viu capacidade no menino franzino e o temeu. Quis matá-lo, mas não conseguiu. A Arvedui foi pedido que fugisse, que se aperfeiçoasse e desenvolvesse as habilidades inatas que ele inegavelmente possuía, para que um dia honrasse a memória daqueles que muito haviam lhe amado e lhe protegido. O garoto correu na noite escura. Os caçadores do inimigo não o capturaram, pois a noite era do pequeno Arvedui. Ele entendia a voz do luar melhor que ninguém, e escapou vivo.

Os anos, muitos deles, se passaram. O jovem perambulou e, graças à dureza do vasto mundo, se aperfeiçoou. Tornou-se homem. Sábio para sua pouca idade. Temperado, sereno, mas introspectivo no mais das vezes. Um livro onde apenas a primeira página estava legível. E quando chegou ao reino de Vasta era ainda uma incógnita. Fraco para os padrões daquele povo heróico, Arvedui viu crescer a sombra sobre a cidade, viu passar o tempo e a desordem e o caos sussurrarem pelos cantos das ruas, em crescente elegia pelo desastre que estava por vir. O druida foi acolhido por uma guilda influente da cidade, donde se tornou ferrenho defensor e soldado. Nessa guilda conheceu Rayna, que no futuro se tornaria sua maior aliada e seu grande amor. Após algum tempo servindo aqueles que se denominavam “Senhores da Magia”, o druida recebeu de seu mestre e companheiro, o elfo Alewerion, o encargo de liderar aquela casa de dominadores da mais sutil magia. A princípio pareceu declinar do convite, não era de seu feitio aquele tipo de cargo. Mas o druida sabia que uma escuridão estava por vir e aceitou o desafio. Nesse momento Rayna tornou-se mais próxima do Druida, ajudando-o a liderar, pois ele conhecia pouco de magia arcana, enquanto ela era uma feiticeira de rara habilidade. Começou a nascer o amor de ambos... mas nenhum dos dois jamais imaginou que seu passado estivesse tão ligado. Estava.

Após tornar-se líder pode tomar alguns caminhos dos quais estava distante enquanto servira como soldado dos Senhores da Magia. Junto com Rayna, buscou informações sobre seu passado. Caçou o feiticeiro negro como quem caça um animal atroz. Não o encontrou. Mas acabou descobrindo que seu passado e o de Rayna ligavam-se inexoravelmente. Pareciam estar ligados desde sempre, embora não entendesse como isso era possível. Através do passado de Rayna, chegaram à jóia encantada da floresta. Rayna a encontrou, mas a reteve por um longo tempo, seguindo instruções de eu Pai, Phater, que lhe advertira para devolver a jóia apenas no momento mais crítico. E esse momento deu-se quando ambos, Rayna e Arvedui, tentaram acordar a deusa Morrigan, para trazer equilíbrio mágico para Vasta, muitos anos depois de ela ter recuperado a jóia.

Antes disso, no entanto, houve a guerra... e em parte para manter-se vigilante em relação aos acontecimentos e em parte para proteger aos discípulos da guilda, o druida, com uma enorme ajuda de muitos amigos, ergueu sobre os céus da cidade uma enorme construção repleta de jardins e quedas d’água, um castelo onde só se poderia chegar voando. De seus pátios floridos se via toda Vasta, desde as ruas movimentadas até a linha escura que delimitava a área onde agora se erguia o Santuário das Trevas, que logo Arvedui notou ser a razão de seu temor. Mas estava errado...

A destruição não veio de onde o druida previra. E por isso mesmo Arvedui e Rayna não estavam presentes quando tudo aconteceu. A destruição veio de um deus inominado, extremamente poderoso, tanto que precisou ser defrontado por nove outras divindades para que fosse derrotado (especula-se que, momentaneamente aprisionado, mas não destruído). Obviamente, o druida ficou sabendo de seu erro de previsão. Mas de nada adiantaria sua presença numa batalha de deuses pois, ao que parece, sua deusa não participaria daquilo. Talvez nem sequer tivesse o poder para lutar ao lado daqueles que lutaram.

No entanto... o castelo ainda sobrevoa os céus da destruída Vasta. Talvez o único lugar que tenha conservado resquícios da antiga flora e fauna da cidade. Talvez o único lugar florido de toda a grande metrópole agonizante.

Após vários anos liderando a guilda de magos e feiticeiros, Arvedui começou a sentir-se inadequado para o cargo. E então passou-o para Rayna que, após muitos anos de treinamento, era forte o suficiente para carregar aquele fardo. A guilda, no entanto, estava fadada ao ocaso e, um dia, veio a morrer. O Druida viu-se obrigado a destruir tudo aquilo que criara com a ajuda de muitos (mas que agora não possuía poderes para manter sozinho). O Castelo ruim dos céus e destruiu-se contra o solo arruinado de Vasta, tornando-se história aquela que um dia fora uma das grandes guildas da cidade.

Após o fim da guilda e do castelo flutuante, o druida recolheu-se a um pequeno pedaço de mata nos arredores de Vasta, chamado "Bosque dos Álamos", pedaço este que se mantém até hoje, embora as trevas também tenham chegado até ali...  

Aldarion

Tendência: Neutro
Idade: 25 anos (já é considerado venerável para os padrões lupinos)
Pelos: Cinzentos
Olhos: Cinzentos
Armas: Guarras e Mordida


História

Como dito no BG, Aldarion é um Lobo cinzento enorme que sempre acompanha Arvedui. São companheiros desde a infância, embora sua amizade tenha nascido em circunstâncias estranhas. No começo Aldarion (ainda bebê) foi mandado para junto de Arvedui apenas para vigiá-lo. Acabou, no entanto, nascendo uma forte amizade. Talvez o Lobo seja o único amigo verdadeiro que o Druida possui.

Características

Arvedui atrelou sua vida à vida do lobo, de modo que nenhum poderá morrer enquanto o outro viver. Para matar um, é preciso matar ambos. Foi um ritual arriscado, mas que fortaleceu a ligação entre os dois. Devido a essa ligação Aldarion tem inteligência humana. Entende os humanos, embora não possa se expressar com palavras.

Também sente a distância tudo o que se passa com Arvedui. São como uma só alma dividida em dois corpos. Graças a isso o Druida pode ver através dos olhos do Lobo, pode ouvir através de seus ouvidos e farejar através de seu nariz. Dessa forma, sempre um saberá o que o outro está pensando/sentindo/fazendo, ainda que estejam distantes.

Item Mágico

Arvedui possui apenas um item mágico. Uma grande esmeralda oval presa a um medalhão prateado. Chama-se "Coração de Eldalië". Esse medalhão mágico pertencia à Aldeia Druida em Aldalantë, era a mais cara relíquia do Local e foi roubada quando da destruição da aldeia. Após muito sofrimento e uma busca longa cheia de perdas, Arvedui conseguiu reavê-la, com a ajuda de Rayna. Apenas essa pedra mágica tem o poder de reviver a morta Aldalantë.

A pedra em si não oferece qualquer poder mágico em batalha. Sua riqueza está em proporcionar sabedoria, paciência e fé aos que precisam disso, abrindo-lhes a mente, permitindo-lhes a enxergar as verdades  do mundo. Ademais, a pedra carrega o poder da vida natural. Pode restaurar a vida daqueles seres naturais que morreram injustamente. Diz-se que a pedra poderia até mesmo recuperar a natureza morta de Vasta, mas o Druida não a utiliza, apenas a carrega consigo o tempo inteiro. Os motivos de não usar os poderes da pedra para a restauração da vida ainda são desconhecidos, já que há muitos anos Arvedui deixou de ser visto pela região, deixando de interagir com quem quer que fosse.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Narradora

avatar

Masculino Número de Mensagens : 223
Data de inscrição : 28/05/2009

MensagemAssunto: Re: Arvedui   Seg 17 Set - 7:52

Ficha aprovada.

Por gentileza vincule as informações da ficha aprovada em seu perfil, da seguinte forma:

Acesse seu PERFIL
Acesse a aba FICHA PIF VASTA
Habilite a Ficha
Vincule as informações da ficha aprovada em seu perfil.
Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Arvedui
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Vampiros do Brasil :: PIF - Play In Fórum :: A Herança de Vasta: O Reino Caído :: Off Game :: Regras :: Fichas de Personagens-
Ir para: